domingo, 11 de novembro de 2007

A principio de post, desejo indicar a banda Telerama do CE como indicação musical desta semana:
http://www.teleramania.com.br/index2.html

O que acontece quando você junta a galera certa, boa bebida, duas bandas boas e situações inusitadas?

FARRA DO CARAI!!!!!!!!!!!!!

Essas situações, fazem com que esqueçamos de problemas, bom ter amigos e contar com eles, seja pra momentos ruim e pra farrar.

Valeu xareu, vc é o cara

Niaranjan

depois eu posto mais alguma coisa...

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

E bom gosto do cigarro...

Desisto de tentar parar de fumar...
Quando achar conveniente eu paro!!!

A Diretoria!

TOCADA DO CARAI!!!!!!!!!

O clima de tensão corria entre todos , afinal dentre os que se faziam presentes eram nome conceituados da musica Paraibana, mas todos estavam bem afinado a tudo poderia correr bem...
Abertura dos shows da noite com o M.A.Q.E.. Bom show e tudo ocorre bem com eles.
Segunda banda, Zé violla Progressive Band:
-Amadeus.
-Diz Niaranjan!
-BOTA PRA FUDER NESSA PORRA!!!
-Beleza
-Emerson!
-Oi.
-BOTA PRA FUDER!!!
-Massa
-Helder!
-Fala.
-BOTA PRA FUDER NESSA PORRA!!!
-André (o Normal)!
-fala bicho.
-BOTA PRA FUDER NESSA PORRA!!!
-Vamo botar!

E não é que colocamos mesmo pra fuder?!
Zé Violla Progressive Band com uma belissíma apresentação
Sensação de Alma Lavada!
poder respirar alivbiado
Caindo nas graças de todos
Continuar o bom trabalho, ensaios e tudo vai correr bem!!!
Durmir com a consiência de um bêbe pelo bom trabalho
Valeu pela confiança Zé Violla Progressive Band
Niaranjan

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Nem ele esperava aquele número discando pra ele...
-Oi.
-Tá onde e fazendo o que?
-Acabando de chegar em casa. tinha tido um dia corrido e quase tudo de estranho tinha ocorrido desde de carro sem gasolina até calunias infâmes..
-Estou em jampa indo pra rodoviadria...
-Ok, estou indo prá lá agora.
-Meu ônibus sai as19:30.
-Ok.
Ele tira o terno, coloca sua calça surrada uma camiseta qualquer.
- Nem a caralho eu coloco esse tênnis! - Vou de havaiannas mesmo.
Chega na rodoviária , assim que entra, a encontra lendo um livro:
- Devia ter tido a consideração de ter ligado assim que chegou!
- Você estava sem celular lembra?
-Minha casa?
- uando liguei você não estava em casa.
-Como você está?
- Bem, alguns problemas em casa, ufpb me tirando do sério, mas isso já é normal.
Conversas e beijos se passam, ele não sabe o que sentir, seria ele o que para ela? Ela estava na cidade desde o inicio do feriado, tudo bem que por questões de militância, ela tinha escolhido isso a muito tempo, ele sempre respeitou ,mas ficava puto quando essse tipo de cosia acontecia, sempre deixaram bem claro que um não ia viver em razão do outro, principalmente devido ao fato de que Salvador é bem longe...
-Me ajuda a levar isso aqui , meu ônibus chegou.
-Claro.
Passa-se mais um tempo, ela entra no ônibus, ele sai da plataforma de embarque, acende seu cigarro, e vai pra parte superior da rodiviaria, queria vê-la indo embora mais uma vez para Deus sabe quando ela regressar a esta terra.
O ônibus parte ele a viu digitar uma msg no celular, sabia que pouco depois receberia alguma coisa...
"Vem comigo!"
-A vida tomou um rumo bem interessante para os dois, pórem só tinha a certeza que aquela não era a hora deles.
Acendeu outro cigarro e foi em direção ao terminal de integração, momentos depois outra mensagem , e essa, essa doeu no fundo da sua alma.
Momentos depois, escuta 3 piadas cretinas de seu melhor amigo.
-Desculpe cara, mas não deu pra evitar, toda vez ela vem e te deixa na merda.
-Eu to trânquilo, você sabe que eu não me esquento mais, aproveitar o momento é a palavra-chave para isso, por mais estranho que isso possa parecer.

Ele acorda no outro dia e vai fazer sua matricula na universidade...
-Novo dia, novos objetivos.
Niaranjan

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Zé Violla Progressive Band

Removido a pedido!

Niaranjan

terça-feira, 16 de outubro de 2007

fome

Fome...
Sinto a fome de teu olhar,
De beber com você,
De roubar teu cigarro,
Sinto fome de viver loucuras,
Fome de teu corpo,
Vontade de sentir o gosto da tua lingua,
O sabor do sexo com você,
da temperatura dos corpos,
sentir tua respiração ofegante,
a forma como só você arranha minhas costas,
O gosto da satisfação de te ver durmir,
fome do teu beijo ao acordar...
fome da vida que pode ser feita...

e tudo isso foi inspirado por causa de um jambo, mas quem sabe não fazemos qualquer dias desses...
Niaranjan

terça-feira, 4 de setembro de 2007

O moinho não se mexe sozinho

O gosto suave do cigarro, ele sentiu ao tragar novamente, era a primeira vez em 3 meses, tinha resolvido parar recusou até quando fora oferecido pela bela moça ao tentar colocar o cigarro em sua boca. “ – engraçado, senti a falta dela agora”, faziam semanas que não encontrava, quando não tinha trabalho, estava preso com outras coisas, família, universidade, viajando a trabalho, queria ocupar todo o tempo que tinha livre, porem, havia esquecido a bela moça daquela noite, sempre tão cansado, quase não tinha mais tempo para ele mesmo, daí, veio a saudade, sentia novamente aquele vazio intenso dentro de si, um vazio que não conseguia controlar, sentiu a falta dos beijos daquela moça, beijos que foram em uma única noite, mas que marcaram, ele que quase nunca se arrependeu nesta vida, apesar de sua pouca idade sempre lembrou-se de que nesta vida, devemos nos arrepender do que não fizemos..., e ele tinha mais uma vez a certeza deste dito, deveria ter aceitado o cigarro dela, hoje, sempre quando acende o cigarro, ele lembra dela, esteve a ponto de esquecer de si mesmo, mas, esta retomando sua vida, e as únicas duvidas que lhe restam, é se ainda pode correr atrás do tempo perdido, ter novamente os beijos de sua bela moça...
Ele acende o cigarro, o fuma, e volta para sua mesa de trabalho, com uma nova idéia, não sabe por onde (e se dever) começar, mas vai, afinal de contas, devemos nos arrepender do que não fizemos e todo aprendizado é válido.

Agora eu vou acender o meu cigarro, tomando emprestadas, as palavras do “Cordel do Fogo Encantado: “fumando o cigarro da saudade, e na fumaça, o nome dela...”.

Niaranjan o O’do borogódo.